Revista “Latitudes” da Unesco homenageia primeiro Presidente de Angola


A Agência das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, UNESCO, homenageou recentemente, o primeiro Presidente da República, Agostinho Neto, com a apresentação da última edição revista literária, “Latitudes”, na sua sede em Paris, França.
Segundo o poeta português, radicado há anos em França, Dominique Stoenesco (na foto), a sessão de lançamento da revista "Latitudes - Cadernos lusófonos", que teve lugar a 13 de Junho de 2012, no Círculo dos Delegados Permanentes da UNESCO, foi uma ocasião que serviu para apresentar mais um número desta revista, consagrada em grande medida ao poeta e político angolano Agostinho Neto (1922 - 1979).

Todavia, refere ainda o também professor de português, Dominique Stoenesco, que o evento permitiu igualmente o reencontro de muitos angolanos, portugueses, brasileiros, cabo-verdeamos, franceses e outros, ligados ao mundo lusófono, atribuindo assim a este evento, um inegável valor simbólico.
O lançamento aconteceu no quadro da IV sessão de Reencontros "Vamos falar português", a convite da Delegação Permanente do Brasil junto da UNESCO, em parceria com a Delegação de Angola junto desse organismo.


A delegação angolana esteve representada pelo Embaixador de Angola junto da UNESCO, Diekumpuna Nsita Nsadisi José, o Conselheiro, Luciano Sousa e Sebastião Neto, I Secretário. Pela delegação brasileira esteve a Embaixadora junto da UNESCO, Maria Laura da Rocha. O Embaixador de Angola na República de França, Miguel Costa, foi igualmente um dos presentes no acto de lançamento da “Latitudes”.
Após breves palavras de acolhimento, Manuel dos Santos Jorge, Presidente da Associação Cadernos Lusófonos (editora da revista Latitudes), apresentou o historial da revista desde a publicação do seu I número, em Setembro de 1997 e fez igualmente uma apresentação detalhada do sumário dos artigos consagrados a Agostinho Neto, salientando o seu humanismo e o seu engajamento político.


Depois, Manuel Jorge, Presidente da Casa de Angola em Paris, apresentou uma comunicação sobre Agostinho Neto, realçando a sua formação, a sua luta contra a ditadura e o colonialismo, o seu exílio e a dimensão social e política da sua obra poética.
Segundo o poeta português, radicado há anos em França, Dominique Stoenesco (na foto), a sessão de lançamento da revista "Latitudes - Cadernos lusófonos", que teve lugar a 13 de Junho de 2012, no Círculo dos Delegados Permanentes da UNESCO, foi uma ocasião que serviu para apresentar mais um número desta revista, consagrada em grande medida ao poeta e político angolano Agostinho Neto (1922 - 1979).

Todavia, refere ainda o também professor de português, Dominique Stoenesco, que o evento permitiu igualmente o reencontro de muitos angolanos, portugueses, brasileiros, cabo-verdeamos, franceses e outros, ligados ao mundo lusófono, atribuindo assim a este evento, um inegável valor simbólico.
O lançamento aconteceu no quadro da IV sessão de Reencontros "Vamos falar português", a convite da Delegação Permanente do Brasil junto da UNESCO, em parceria com a Delegação de Angola junto desse organismo.


A delegação angolana esteve representada pelo Embaixador de Angola junto da UNESCO, Diekumpuna Nsita Nsadisi José, o Conselheiro, Luciano Sousa e Sebastião Neto, I Secretário. Pela delegação brasileira esteve a Embaixadora junto da UNESCO, Maria Laura da Rocha. O Embaixador de Angola na República de França, Miguel Costa, foi igualmente um dos presentes no acto de lançamento da “Latitudes”.
Após breves palavras de acolhimento, Manuel dos Santos Jorge, Presidente da Associação Cadernos Lusófonos (editora da revista Latitudes), apresentou o historial da revista desde a publicação do seu I número, em Setembro de 1997 e fez igualmente uma apresentação detalhada do sumário dos artigos consagrados a Agostinho Neto, salientando o seu humanismo e o seu engajamento político.


Depois, Manuel Jorge, Presidente da Casa de Angola em Paris, apresentou uma comunicação sobre Agostinho Neto, realçando a sua formação, a sua luta contra a ditadura e o colonialismo, o seu exílio e a dimensão social e política da sua obra poética.
“Agostinho Neto é o poeta que se transformou em político, por influência da negativa situação que se vivia em Portugal, durante o período colonial. Neto foi obrigado a lutar. E lutando ele queria exprimir as ideias do seu povo, e fê-lo com a poesia”, disse Manuel Jorge.
“Agostinho Neto, o poeta, é sobretudo um homem que faz poesia social, nunca se esquece do seu povo que é a marca fundamental da sua acção”, considerou.
A França, é provavelmente o país onde acontece a maior parte das manifestações culturais concernentes aos países lusófonos, quer seja no domínio da literatura, da música, das artes plásticas ou do cinema, isto antes mesmo da importante imigração portuguesa dos anos 60/70. São vários, os exemplos nesse sentido, sendo o último, a realização da XVIII edição do Festival Rio Loco, em Toulouse, recém-terminado e que foi consagrado a lusofonia.




