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Conferência europeia sobre auto sustento

A 22ª Assembleia Geral Anual e Conferência do European Foundation Centre (EFC), denominada “Recursos e Sustentabilidade - Os oceanos” decorreu nos dias 25, 26, 27 e 28 de Maio, em Lisboa. A abertura da sessão foi feita pelo Presidente da República portuguesa, Professor Aníbal Cavaco Silva.


Das muitas personalidades que fizeram parte dos convidados e participantes, destacamos a presença do Professor Emílio Rui Vilar, Chair da European Foundation Centre e President of the Board of Trustees, da Fundação Calouste Gulbenkian.

 

 

Esta iniciativa contou com outras individualidades que vieram em representação das suas fundações, nomeadamente a Dra. Irene Neto, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Dr. António Agostinho Neto; a Princesa Laurentina Van Orange-Nassau da Holanda; o Conselheiro da Rainha IsabeI II de Inglaterra; o representante da Fundación Príncipe de Asturias, entre outras.


A Conferência do European Foundation Centre é uma infra-estrutura filantrópica europeia, que abraça o dinamismo, inovação e cooperação, para promover o bem público na Europa e além. Tem como missão reforçar o auto financiamento da filantropia europeia, através de cooperações com vários parceiros.


Desta forma, e com o intuito de tornar as Fundação auto sustentáveis, este ano, quis criar uma metáfora, entre a sutentabilidade e recusros inesgotáveis dos oceanos, com o que as Fundações poderão fazer para se tornarem finaceiramente independentes.


Os oceanos simbolizam conectividade e moldam as nossas culturas através da proximidade ou da distância. Durante séculos eles definiram os padrões de migração humana, como os meios de subsistência ou os recursos inesgotáveis, assim como, mostraram-nos a nossa vulnerabilidade.

 

 

Esta conferência teve o intuito de mostrar às Fundações e aos seus parceiros, a melhor forma que estas podem usufruir dos seus recursos, quer estes sejam naturais ou humanos. A questão da sustentabilidade é de facto muito importante, uma vez que é necessário pensar-se a longo prazo, para que o que for feito e construído hoje seja apreciado amanhã.